O nome do site pretende indicar de maneira específica e abrangente sobre o conteúdo aqui publicado. Enunciemos, primeiro, em linguagem bíblica o que evitaremos, não a todo custo, pois o site é gratuito, mas a custo de não cair no deslumbre de especializar sobre os filmes vistos e lembrar que, "assim como nos campos de enxofre encontram-se multidões de bem intencionados, na internet é possível se deparar com uma multidão de especialistas". Não comentaremos com a perspectiva de desfolhar toda a flor, retirando-lhe as pétalas, para que desmontada, indiquemos a quantidade de suas partes, a ordem geométrica de sua arrumação. A intenção é dizer como parece ser a flor, a forma que sensibiliza o olhar ou qual cheio parece exalar.
Recolhemos as anotações, nossas observações, publicaremos, então, essa flor que quando mais se olha, mais exótica aparece, a saber, a flor cinematográfica oriental. Claro que também sob a rubrica "Oriente" pode se pensar toda a metade exata e oposta do Ocidente. Falaremos de um certo cinema chinês, de um certo cinema japonês, sul-coreano, etc. O tipo de cinema que nunca teve espaço no circuito comercial, e que perde, cada vez mais espaço, até no circuito alternativo. O nosso fio de vida se mantém graças a internet, ao instituto do torrent, a louvável empresa da pirataria cultural que busca nos mares orientais os tesouros desta arte em questão.
Ainda, situaremo-nos naquilo que o Oriente parece ter mais de Oriente para nós: paradoxalmente, não o que nos orienta, mas aquilo que nos tira de qualquer orientação. Não podemos garantir que não haverá revelações sobre o enredo, etc. Lembremos que no nome do site há o termo "cadernos", e estes só o são até que sejam rabiscados, preenchidos. Fora da escrita, o caderno pode ser quase qualquer coisa. O caderno de folhas brancas é vago. Mas mesmo na sua vaguidade, já nos solicita uma certa atitude perante ele. Assim é o cinema oriental. Mesmo não compreendido, ele nos põem em situação de dizer algo. O mínimo, ao menos, do que suspeitamos compreender. Os rabiscos estão em aberto. Nenhum texto é definitivo, como não é qualquer compreensão.
Recolhemos as anotações, nossas observações, publicaremos, então, essa flor que quando mais se olha, mais exótica aparece, a saber, a flor cinematográfica oriental. Claro que também sob a rubrica "Oriente" pode se pensar toda a metade exata e oposta do Ocidente. Falaremos de um certo cinema chinês, de um certo cinema japonês, sul-coreano, etc. O tipo de cinema que nunca teve espaço no circuito comercial, e que perde, cada vez mais espaço, até no circuito alternativo. O nosso fio de vida se mantém graças a internet, ao instituto do torrent, a louvável empresa da pirataria cultural que busca nos mares orientais os tesouros desta arte em questão.
Ainda, situaremo-nos naquilo que o Oriente parece ter mais de Oriente para nós: paradoxalmente, não o que nos orienta, mas aquilo que nos tira de qualquer orientação. Não podemos garantir que não haverá revelações sobre o enredo, etc. Lembremos que no nome do site há o termo "cadernos", e estes só o são até que sejam rabiscados, preenchidos. Fora da escrita, o caderno pode ser quase qualquer coisa. O caderno de folhas brancas é vago. Mas mesmo na sua vaguidade, já nos solicita uma certa atitude perante ele. Assim é o cinema oriental. Mesmo não compreendido, ele nos põem em situação de dizer algo. O mínimo, ao menos, do que suspeitamos compreender. Os rabiscos estão em aberto. Nenhum texto é definitivo, como não é qualquer compreensão.
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